terça-feira, 23 de agosto de 2011

Mude. Mas mude devagar ...




Ah, eu sei! .... Eu jurei que nunca mais cometeria os mesmo erros, que jamais falaria aquelas palavras outra vez. Que não mais me permitiria acreditar em falsas promessas e sempre pensar em mim em primeiro plano. Eu prometi tudo isso. Mas como uma reles mortal, mais uma vez eu não cumpri! 
Ocorreu-me esta semana um caso curioso. Talvez normais para outros ou como diria uma conhecida “uma experiência estética”. Desde que mudei meu endereço daquela cidadezinha do interior para a metrópole, continuei mantendo contato com uma amiga de lá, que assim como eu, escolheu uma página virtual para expressar seus devaneios em textos. Pois bem, o último tema escolhido por ela me fez repensar nas tantas vezes que deixamos nossos problemas para último plano, pensando que “tanto faz, é coisa pequena” e quando após muitos momentos como esse, nos sentimos exaustos e magoados com o peso de tanta soberba e palavras afiadas. Tudo isso faz o balde encher. E quando não dá pra aguentar mais, você transborda. Esquece o resto. A raiva toma conta do corpo como um veneno percorrendo as veias e queimando a pele. Você simplesmente enlouquece!.Em contrapartida,  “transbordar” não é uma coisa de todo ruim. Depois da raiva,  você volta a buscar seu equilíbrio, controlar sua calma e respirar paz.  Todos tem imperfeições e pouco a pouco podem contorná-las. Basta querer. Como dizia uma singela escritora
"Mude. Lembre-se que a vida é uma só... 


Texto de Partida : Debaixo do Tapete

Um comentário:

Joseane Rosa disse...

Cadê o butão de curtur?
rsrs

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